Sábado, 25 de abril de 2026 - 09h13

Não é verdade que a economia
brasileira vai de mal a pior. Isso é discurso de adversário político para
tentar ganhar voto de eleitor desavisado. Nosso país está progredindo com
excelentes indicadores. O setor econômico do Brasil nunca esteve tão bem como
agora. E desafio alguém provar o contrário. A economia cresce em ritmo
acelerado, na mesma velocidade de países de primeiro mundo. E isso é o reflexo
de um governo que prima pela boa governança. Somos um modelo de gestão ética e
transparência. Temos um governo disciplinado, que só gasta o que está no
orçamento, que não desperdiça os recursos do contribuinte com inutilidades, ao
contrário de dirigentes perdulários, que arrastaram a Nação para o abismo da
insolvência.
O Brasil vai muito bem, obrigado!
A oferta de emprego bate recordes históricos. A inflação, principalmente de
alimentos, devidamente controlada. A cada dia uma loja, fábrica ou escritório
abrem suas portas pela primeira vez. Empresas inauguram novas filiais. Endividamento
familiar na casa de 70% é retórica eleitoreira. As famílias brasileiras, sem
exceção, nunca estiveram tão bem, com suas obrigações financeiras em dia.
Muitos estão aproveitando a prosperidade econômica para conhecer as melhores
praias do Nordeste.
Discordo dos que dizem que a
corrupção será o fiel da campanha eleitoral para a presidência da República, e
que 60% da sociedade brasileira aponta a roubalheira como o principal problema
do país, só perdendo para a segurança pública. Isso é conversa de analista
político. A maioria da população tem assuntos mais importantes com que se
preocupar do que ficar procurando chifre em cabeça de cavalo. Temos baixo nível
de corrupção no setor público. Arrisco a dizer que estamos no mesmo patamar de
Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, classificados como países com os menos
índices de corrupção, segundo a Transparência Internacional. Quando raramente
acontece um escândalo, como o que muita gente chama de “fraude bilionária de
descontos indevidos de aposentados e pensionistas”, envolvendo uma instituição
que cuida do dinheiro de velhinhos, os valores são ínfimos, e, na maioria das
vezes, estão relacionados a erros de digitação, como esse do INSS. Prova disso
é que o governo, sempre preocupado com a segurança financeira e o bem-estar de
sua gente mais sofrida, já mandou ressarcir as vítimas da suposta fraude. Ninguém
ficou sem receber um centavo.
Igualmente, não é verdade que a
dívida pública brasileira bateu os R$ 9 trilhões, atingindo 80% do Produto
Interno Bruto, com a possibilidade de chegar a 100% do PIB até 2027. Isso é
coisa que só existe na cabeça de “economista de direita”. Por essas e outras,
insisto que o Brasil vai muito bem, obrigado!
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