Domingo, 3 de maio de 2026 - 12h25

Não está sendo fácil para o
presidente Lula levar adiante seu projeto de poder tantos e tamanhos são os
percalços que se antepõem em seu caminho a ponto de sua desistência da corrida
eleitoral ser dada como certa por
observadores políticos, principalmente depois de duas derrotas impostas
pelo congresso nacional, em menos de vinte e quatro horas, começando pelo veto
de Jorge Messias, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), para ocupa
uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), algo que não acontecia há 132 anos,
e, na sequência, a derrubada do veto ao PL da Dosimetria aos condenados pelos
atos do 8 de janeiro.
Para onde o presidente Lula olha
o cenário é de desgraça. A sua taxa de rejeição pessoal bateu 61% na pesquisa
Poder Data de março de 2026. No mesmo período, a Atlas/Bloomberg registrou alta
desaprovação de 51% e a BTG/Nexus apontou 51% de rejeição. Segundo analistas, a
desaprovação estaria vinculada aos escândalos do INNS, do Banco Master e,
principalmente, a perda de poder de compra da população, corroída pela inflação
de alimentos. Em alguns supermercados de Porto Velho, o preço do quilo do coxão
mole hoje varia entre R$ 38 e R$ 48. Isso é fato. Em vão é tentar escamotear a
verdade com discursos retrógrados que em nada ajudam a resolver os graves e
complicados problemas contra os quais a maioria da sociedade se debate.
Em meio a tantas notícias ruins, o
governo aposta no Desenrola 2 como opção para reduzir o elevadíssimo
endividamento da maioria da população. O problema é que muitos brasileiros não
têm sequer dinheiro para comprar comida quanto mais para pagar suas dúvidas.
Pelo jeito, o Desenrola 2 vai ser um fiasco, não muito diferente do que foi o
primeiro, para desespero do presidente Lula e de seus aliados, quem veem a derrota
nas urnas mordiscando-lhes os calcanhares.
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
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