Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 - 15h36

Oficialmente,
ainda não foi dado o tiro de largada da corrida para a sucessão do governador
de Rondônia. Cel. Marcos Rocha, mas, nos bastidores, já se observa a agitação
de políticos e líderes partidários, em sua maioria, preocupados, não com o
bem-estar da população, como seria licito imaginar, mas, sim, com seus próprios
e mesquinhos privilégios, de familiares e amigos.
Nesse
cenário de interesses esfuziantes, aparecem andrajos, em boa hora mandados para
o ostracismo, pois nada produziram de concreto em proveito do estado e da sua
gente mais sofrida, querendo voltarem à ribalta, achando que ainda têm algum
peso na balança eleitoral, como se a maioria da população não soubesse
distinguir a verdade da mentira mais soez. É muita pretensão e ausência de
senso do ridículo.
Muitas
são as pesquisas apontando os possíveis favoritos ao posto hoje ocupado por
Rocha, mas a verdadeira e confiável sondagem é aquela que sai da urna
eletrônica. Rondônia vive um momento extremamente difícil da sua história,
principalmente no campo da segurança pública. É responsabilidade do povo começar,
desde já, a identificar quem realmente tem compromisso com os destinos do nosso
estado e a melhoria da qualidade de vida da população, daqueles que buscam o
poder apenas para transformá-lo em instrumento de barganha. É preciso reagir
contra essa mentalidade politica retrógrada, fisiológica, imediatista e eleitoreira.
Os rebotalhos querem voltar ao poder. Não, evidentemente, para trabalharem em
proveito da coletividade, mas para fazerem o que sempre fizeram na vida
pública: acumular bens.
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