Segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024 - 11h51

Em outubro próximo, o portovelhense terá depositado em suas mãos
o poder de escolher aquele candidato ou aquela candidata para comandar os
destinos do município por um período de quatro anos. Isso, evidentemente, se
não houver nenhum erro de percurso. Além
disso, caberá ao povo a responsabilidade de eleger seus representantes
populares no parlamento municipal. Será o momento em que a cidadania deverá se
pronunciar sobre como e com quem deseja realizar a sua destinação histórica.
Muitos são os postulantes tanto ao palácio Tancredo Neves, hoje
ocupado pelo prefeito Hildon Chaves, que está em seu segundo mandato e,
portanto, não vai poder disputar o posto, quanto ao poder legislativo,
atualmente presidido pelo vereador Márcio Pacele, que tentará o seu quarto
mandato, mas é sabido que poucos lograrão êxito em suas empreitadas. Alguns,
posso afirmar, sem medo de errar, pois os conheço não é de hoje, são pessoas
probas, que construíram suas biografias sob o signo da dignidade e da
competência, merecedoras, portanto, do sufrágio de seus concidadãos. Outras,
porém, os fatos falam por si sós.
Nos bastidores, Léo Moraes (ex-deputado estadual, ex-deputado
federal e atual diretor geral do Detran), Mariana Carvalho (ex-deputada
federal, que arrastou um caminhão de votos na eleição de 2022 para o senado da República),
a
vereadora de quarto mandato e presidente do Sindeprof, o sindicato dos
servidores municipais, Ellis Regina, o deputado federal Fernando Máximo, além do
deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Marcelo
Cruz, figuram como opções saudáveis no tabuleiro sucessório, diante das
características pessoais de cada qual, credenciados, portanto, pela experiência
vivenciada e pelo respeito ao interesse
público, mas sempre deixando claro que a decisão final caberá ao eleitor.
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